As bizarrices do pleito eleitoral.

Período de eleição não se vive só de críticas acirradas, análises contundentes sobre as propostas dos candidatos ou reflexões duras. Também pode-se dar gargalhadas com o visual, as idéias e propostas dos candidatos. Neste início de campanha podemos, por exemplo, começar a rir até outubro com os registros das candidaturas que são um tanto engraçadas. 

Em geral, percebe-se que os nomes de urnas dos candidatos são escolhidos em decorrência de seus ofícios nas cidades, silhueta, apelidos, comportamentos etc. 

Na propaganda eleitoral quatro já me chamaram atenção, por serem bem irreverentes, entre eles: 

- Rocha do Sucatão, já conhecido de outros pleitos eleitorais; 

- Tiririca do Amapá, que chega a ser hilário e criativo; 

- Paulinho dos sem teto, o qual fiquei me perguntando o porque desse nome, vai ver que ele lidera as invasões;

- Topete dourado, um lutador de vale tudo que resolveu ingressar na política, quem sabe para dar um nocaute na corrupção. 

E, por aí afora continuam os mais inusitados (e criativos) registros de candidaturas que, se por um lado não ajudarem seus donos em outubro próximo, servirão para tornar o pleito mais leve.

Agora, o que é bem preocupante é a quantidade de professores candidatos. Se já não bastassem as greves, a escassez de professores nas salas de aula, ainda existem os cristãos que abandonam seu oficio para arriscar carreira política. Definitivamente, nossa educação está em maus lençóis! 

Por Lílian Guimarães.

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